Como governança e ESG estão redesenhando o papel da liderança

Por André Coura e Antônio Silvério Neto

Em 2025, o conceito de Governança Ambiental, Social e Corporativa, também conhecido como ESG, se consolidou como um pilar essencial da estratégia empresarial

Para 2026, a expectativa é que seja um ano de maior rigor regulatório, transparência, uso da tecnologia e integração do ESG à governança corporativa, com impactos diretos na forma como as empresas bra

O que muitos parecem esquecer é que o “G”, de Governança, é o elemento silencioso que sustenta o “E” e o “S” do ESG. Sem uma governança forte, transparente e estruturada, as práticas ambientais e sociais perdem seu valor real.

Quando falha, o impacto é imediato e vai desde a perda de confiança do mercado até a violação de normas e regulamentações. No entanto, quando a governança funciona, os efeitos são poderosos: aumenta a confiança, agrega valor e gera impacto positivo para toda a sociedade e as gerações futuras.

Além de refletir riscos reputacionais e financeiros, o não cumprimento das diretrizes ESG representa hoje um risco jurídico real e crescente para os líderes empresariais.

Casos de greenwashing e social washing afetam a imagem institucional e podem configurar práticas enganosas e fraudulentas, com consequências diretas para CEOs, CFOs, diretores e presidentes, especialmente em setores regulados ou com forte exposição pública.

A responsabilização penal e cível dos executivos, nesses contextos é cada vez mais frequente, inclusive em ações coletivas ou de consumidores, e já se observa em países com maior maturidade regulatória a aplicação de sanções pessoais, como multas, inabilitações e até medidas criminais.

Este é um trecho original publicado em Exame.com. Leia a matéria completa em https://exame.com/esg/como-governanca-e-esg-estao-redesenhando-o-papel-da-lideranca/

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